
“Como é duro acreditar no amor”, pensou Roberto em frente ao seu computador. Eram duas horas da madrugada e ele tinha seus olhos inchados. Só podia chorar nesse horário, achava que pareceria mais fraco se chorasse perto das pessoas, então se conformava em chorar nas madrugadas sobre as cartas de amor passadas, algumas rasgadas, algumas cuspidas, algumas pisadas e amassadas, mas sempre guardadas. Era a sua caixinha do sofrimento, sua caixinha do amor destroçado, do passado amedrontador, de todos seus fantasmas e feridas.
Era falar em Daniela pra sua caixa interior se abrir e a lembrança de todo o passado vinha à tona. Todos os momentos bons que haviam passado juntos e tudo que havia acontecido, o triste fim.
Seu ciúme funcionara como ácido em papel, corroeu tudo em um piscar de olhos, corroeu até o seu coração. Batera no melhor amigo dela, criou o namoro dele em uma prisão, uma prisão que ele mesmo inventou e na qual agora estava preso.
Deitou, sonhou. Sonhou com a liberdade, com a liberdade de viver, ficava com garotas nas festas, mas não sentia nada, estava bloqueado sentimentalmente. Uma bela mulher caminhava na direção dele em seu sonho, sua face era difusa, mas o perfume de rosas que exalava dela nunca seria esquecido, e a imagem do coração dela à mostra ficaria gravada em sua mente.
De manhã, ao ir por trabalho, aquele sonho ainda o perturbava, ainda o inquietava e o deixava ansioso, queria saber quem era aquela mulher. Com essa confusão mental saiu e foi trabalhar.
E a partir daquele dia tudo foi diferente, ele procurava aquela mulher em todas as mulheres que passavam pelo caixa que atendia no banco, antes ele procurava a Daniela em todas as mulheres, agora ele procurava a sua liberdade em todas as mulheres.
Ao chegar em casa, viu que muitas pessoas legais haviam passado pela vida dele naquele dia e decidiu abandonar o passado e pela primeira vez abriu sua caixa do sofrimento sem sofrer, apenas querendo se livrar de tudo aquilo. Pegou cada carta e leu para se despedir daquilo que um dia aconteceu e assim foi rasgando uma a uma e jogando na lareira. Ele estava livre...
Era falar em Daniela pra sua caixa interior se abrir e a lembrança de todo o passado vinha à tona. Todos os momentos bons que haviam passado juntos e tudo que havia acontecido, o triste fim.
Seu ciúme funcionara como ácido em papel, corroeu tudo em um piscar de olhos, corroeu até o seu coração. Batera no melhor amigo dela, criou o namoro dele em uma prisão, uma prisão que ele mesmo inventou e na qual agora estava preso.
Deitou, sonhou. Sonhou com a liberdade, com a liberdade de viver, ficava com garotas nas festas, mas não sentia nada, estava bloqueado sentimentalmente. Uma bela mulher caminhava na direção dele em seu sonho, sua face era difusa, mas o perfume de rosas que exalava dela nunca seria esquecido, e a imagem do coração dela à mostra ficaria gravada em sua mente.
De manhã, ao ir por trabalho, aquele sonho ainda o perturbava, ainda o inquietava e o deixava ansioso, queria saber quem era aquela mulher. Com essa confusão mental saiu e foi trabalhar.
E a partir daquele dia tudo foi diferente, ele procurava aquela mulher em todas as mulheres que passavam pelo caixa que atendia no banco, antes ele procurava a Daniela em todas as mulheres, agora ele procurava a sua liberdade em todas as mulheres.
Ao chegar em casa, viu que muitas pessoas legais haviam passado pela vida dele naquele dia e decidiu abandonar o passado e pela primeira vez abriu sua caixa do sofrimento sem sofrer, apenas querendo se livrar de tudo aquilo. Pegou cada carta e leu para se despedir daquilo que um dia aconteceu e assim foi rasgando uma a uma e jogando na lareira. Ele estava livre...